E agora, já que nem mais a solidão me faz companhia e nem a dor me conforta, resta-me chorar ao breu das divagações do silencio.
Se nada mais é capaz de consolar meu desespero, abraço a tristeza!
Profunda é a alegria da minha morte, cheiro ávido de fim que invade meus pulmões.
Sinto o conforto de quem já viu definhar o cansaço de viver amando em vão.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Morrer de amor em vão.
Assinar:
Postagens (Atom)

